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Blog do Cabeça
 


Pancadaria no Tajiquistão

Meu Deus, aonde vamos chega com tanta Violência em estadio de Futebol?

A partida entre o Istaravshan FK e o Energetik Dushanbe, pela liga do Tajiquistão (isso mesmo!), terminou em pancadaria e invasão na última quinta-feira. Ou melhor, não terminou. O duelo foi cancelado depois que os jogadores iniciaram uma briga já aos 36 minutos do segundo tempo e a torcida chegou para “comprar a briga”, inclusive com o árbitro envolvido.

Veja o Video no Link abaixo:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=eOnUuKkB904



Escrito por thallysjohnatan às 17h05
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SECRETÁRIO FORA DO TAMANCO!

José Carlos Reis, um exemplo que muitos secretarios deveria seguir fazer o mesmo, saiu do seu local de trabalho para ir ajuda as pessoas no Calafate. Isso Sim e um verdadeiro exemplo a ser seguido.



Escrito por thallysjohnatan às 16h06
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Inicio de Tarde.

Enquato a oposição fica tentando descobri quem roubo os 300 Mil Reais da Campanha do Bocalom, eu fico esperando que o Deputado Moisés Diniz seja o novo Presidente da Aleac.



Escrito por thallysjohnatan às 14h22
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A OPOSIÇÃO PERDEU ESPAÇO NO BRASIL.

 

A eleição de 2012 é a segunda consecutiva em que os principais partidos que hoje fazem oposição ao governo federal encolhem nos municípios. Em oito anos, PSDB, DEM e PPS perderam 44% de seus prefeitos e passaram a governar uma fatia do eleitorado 50% menor.

Juntas, essas três legendas elegeram no mês passado prefeitos que governarão 20% do eleitorado a partir de 2013. O PSOL, que não existia em 2

004, também é hoje de oposição, mas sua inclusão na conta não altera o resultado - as duas cidades em que venceu comportam apenas 0,2% dos eleitores.

Nas eleições de 2008, PSDB, DEM e PPS conquistaram o direito de governar 28% dos eleitores. Esse índice já era inferior ao obtido em 2004, quando as siglas venceram em cidades que somavam 40% do eleitorado.

Em número de prefeitos, a crise dos três partidos também se revela, mas em menor grau: foram 1.968 eleitos em 2004, 1.416 em 2008 e 1.103 em 2012. Uma queda de 865 em oito anos.

O partido que mais perdeu peso ao longo do tempo foi o DEM, legenda que, ainda como PFL, chegou ao auge de sua importância nas eleições municipais de 2000, no governo Fernando Henrique Cardoso, quando venceu em 1.028 cidades do País e superou até o PSDB, partido do então presidente, que ficou com 985.

Nos últimos oito anos, o eleitorado comandado pelo PFL/DEM passou de 13% para 4,6% do total do País.

A base governista como um todo, formada oficialmente por 20 partidos que elegeram prefeitos nas últimas eleições, ampliou seu controle do eleitorado de 58% em 2004 para 72% em 2012. Em relação a 2008, o crescimento foi pequeno: 1 ponto porcentual.

Em 2004, a composição da base tinha algumas diferenças em relação à atual. O PPS, por exemplo, estava no governo - só saiu após o escândalo do mensalão, em 2005. Já o PDT ainda não havia ingressado no governo.

Independentes. O bloco governista pode crescer ainda mais se o PSD do prefeito Gilberto Kassab, hoje um partido independente, formalizar sua adesão à base de apoio à presidente Dilma Rousseff. O PSD, que vai governar 6% dos eleitores do País a partir de 2013, está em conversações com o governo para obter uma vaga na Esplanada dos Ministérios.

A legenda de Kassab, caracterizada por ele mesmo como "nem de esquerda, nem de direita, nem de centro", também avalia uma possível fusão com o PP. O partido resultante teria 965 prefeitos e 86 deputados federais - na Câmara, empataria com o PT em primeiro lugar no ranking das bancadas.

Apesar de não integrar formalmente a base governista, o PSD votou a favor do Palácio do Planalto em 85% das ocasiões, na Câmara dos Deputados, desde que foi criado, no ano passado, segundo o Basômetro , ferramenta online do Estadão Dados que mede o grau de governismo dos partidos e dos parlamentares.

O PV também integra o bloco dos independentes, mas seguiu a orientação do líder do governo na Câmara em 79% das votações na gestão Dilma.


Escrito por thallysjohnatan às 13h50
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O POBRE QUE FICO RICO!

DIAS ATRÁS ERA "O MENINO POBRE QUE MUDOU O BRASIL" ... 
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ESTADÃO TAMBÉM COMEÇA A RIFAR JOAQUIM BARBOSA
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Em editorial, jornal dirigido por Francisco Mesquita Neto afirma que "sua atuação destoa do que se espera de um membro da mais alta Corte de Justiça do País, ainda mais quando os seus trabalhos podem ser acompanhados ao vivo por todos quantos por eles se interessem"; como foi co

locado aqui no 247, elite começa a despertar para o risco que há no STF
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Os 'barracos' no STF

Na véspera da retomada do julgamento do mensalão, na quarta-feira, o relator do processo, ministro Joaquim Barbosa, participava de um congresso de juristas, em Aracaju, quando foi perguntado sobre a sua popularidade, traduzida em cumprimentos, fotos e pedidos de autógrafos, por onde quer que passe. "Há uma identificação cada vez maior da população com as questões jurídico-institucionais tratadas pelo Supremo", comentou. "Esse julgamento trouxe o tribunal para dentro das famílias, e o que vem acontecendo no plano pessoal é consequência disso." A elegância e a modéstia destas suas palavras, no entanto, são tudo que lhe tem faltado no plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), que completou ontem 44 sessões, enredado na questão dos critérios para a fixação das penas dos réus condenados por uma variedade de delitos.

As divergências a respeito estimularam Barbosa a reincidir no comportamento que vem caracterizando a sua participação no exame da mais importante ação penal da história da Casa. Desde as primeiras manifestações de inconformismo com o parecer do revisor da matéria, ministro Ricardo Lewandowski, a sua atuação destoa do que se espera de um membro da mais alta Corte de Justiça do País, ainda mais quando os seus trabalhos podem ser acompanhados ao vivo por todos quantos por eles se interessem. Em vez da serenidade - que de modo algum exclui a defesa viva e robusta de posições, bem assim a contestação até exuberante dos argumentos contrários -, o ministro como que se esmera em levar "para dentro das famílias" um espetáculo de nervos à flor da pele, intolerância e desqualificação dos colegas.

Um integrante do STF não pode reagir com um sorriso depreciativo à exposição de um ponto de vista de um de seus pares, por discrepar de suas convicções sobre a questão da hora. Foi o que se passou anteontem quando o ministro Marco Aurélio Mello defendia uma interpretação antagônica à do relator - e mais benigna para os réus - sobre crimes e penas. O desdém estampado na face do relator fez o colega adverti-lo: "Não sorria porque a coisa é muito séria. Estamos no Supremo. O deboche não cabe aqui". Barbosa retrucou dizendo saber aonde o outro queria chegar, para ouvir em seguida: "Não admito que Vossa Excelência suponha que todos aqui sejam salafrários e só Vossa Excelência seja uma vestal". Decerto ele não supõe nada parecido com isso, mas é a impressão que transmite, principalmente para aquela parcela do público que assiste pela primeira vez a um julgamento no Supremo.

Seria deplorável se também isso estivesse na raiz da súbita notoriedade de Barbosa - para a qual hão de ter contribuído a sua condição de negro e o seu manifesto desconforto físico provocado por um crônico problema na coluna. O relator merece aplausos, isso sim, pelo desassombro, coerência e conhecimento de causa com que evidenciou os delitos cometidos pela quadrilha do mensalão, entre eles o "sujeito oculto" do esquema corruptor armado em favor do governo Lula, o seu então braço direito José Dirceu. É de louvar igualmente a sua clareza ao apontar a gravidade incomum dos crimes praticados - por serem o que eram os réus e pelo efeito corrosivo de seus atos para as instituições políticas e a ordem democrática nacional. Mas ele deveria ser o último a dar azo a que os brasileiros confundam rigor com desrespeito pela opinião alheia. Nenhum juiz pode insinuar, como fez, que um colega se equipara aos advogados de defesa dos mensaleiros.

O estilo, digamos assim, do relator deve preocupar por outra razão ainda. A partir do próximo dia 18, quando o presidente do STF, Carlos Ayres Britto, deixar o cargo e a Corte por ter completado 70 anos, Barbosa o substituirá por um biênio. E de forma alguma é descabido perguntar se ele sabe que terá de domar o seu temperamento para conduzir o tribunal com a paciência e o comedimento demonstrados por Ayres Britto - duramente testados, aliás, nos "barracos" que teve de acalmar no curso deste julgamento. O presidente do tribunal incumbido de dar a última palavra também em demandas que envolvem a conduta alheia deve ser o primeiro a vigiar o próprio comportamento.


Escrito por thallysjohnatan às 13h46
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Faça suas aposta quem ganhará a eleição para a Presidência da ALEAC.

Está aberta à bolsa de apostas para a eleição da presidência da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). Depois da tentativa frustrada do atual presidente Elson Santiago (PEN), de antecipar a eleição para o mês de dezembro, para se cacifar e se manter no comando como representante da maior bancada, na Casa, a novela promete ganhar novos atores.

A briga promete esquentar, já que os setes deputados  do Partido Ecológico Nacional (PEN), não chegaram a um entendimeto em torno do nome do Deputado Elson Santiago, e a legenda sinaliza tem o maior número de postulantes ao cargo de presidente da Aleac. Élson Santiago, Astério Moreira e Helder Paiva figuram como virtuais candidatos da maior bancada da Casa.

O nome de Geraldo Pereira (PT), que ocupa a liderança de seu partido no Poder Legislativo também é um dos nomes citados nos bastidores da Aleac. Segundo deputados da base governista, Helder Paiva (PEN) seria um dos entusiastas da candidatura do líder petista, que numa eventual confirmação contaria com o apoio do pastor Paiva.

Além de administrar um dos maiores orçamentos de instituições públicas no Acre, de R$ 142 milhões, o presidente da Aleac conta ainda com um segundo atrativo, que é a verba de representação que seria de 20% do valor do salário de R$ 20 mil. O 1º secretário também é beneficiado com 15% e o 2º secretário teria direito a 10%.

Nas rodas de conversa dos 24 deputados estaduais, as vantagens dos administradores da Aleac é assunto divergente. A oposição afirma que o objetivo não seria apenas administrar a Casa, mas ficar bem no governo e obter cargos fora da estrutura do Poder Legislativo, concedendo cargos públicos aos detentores de cargos na Mesa Diretora.

Enfrentando todo desgaste pela árdua função de servir de para-choque do Governo do Acre, por dois mandatos consecutivos, Moisés Diniz demonstra fidelidade ao projeto da Frente Popular. O comunista continua negando sua candidatura e prega que o ungido passe pelo consenso dos líderes partidários da coligação.

Quem levará a melhor?

Eu Aposto no Deputado Moisés Diniz.



Escrito por thallysjohnatan às 13h43
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O Mentiroso em Brasilia.

 

Este mentor o então Juiz do STF resolveu julga o mensalão do PT, queria saber quando ele vai julga o mensalão mineiro que foi criado pelo Eduardo Azeredo (PSDB-MG) onde ele usou o dinheiro da sua campanha do Governo para uso particulares.

Agora pergunto:

Quando será Julgado?

Quem punição será aplicada nos envolvidos?

Serão obrigados a devolve o dinheiro?

 



Escrito por thallysjohnatan às 13h30
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Mensalão Mineiro alguem conhece? Se não conhece conhecera agora.

Mensalão mineiro, é o escândalo de peculato e lavagem de dinheiro que ocorreu na campanha para a eleição de Eduardo Azeredo (PSDB-MG) - um dos fundadores, e presidente do PSDB nacional - ao governo de Minas Gerais em 1998, e que resultou na sua denúncia pelo Procurador Geral da República ao STF, como "um dos principais mentores e principal beneficiário do esquema implantado", baseada no Inquérito n.o 2280 que a instrui, denunciando Azeredo por "peculato e lavagem de dinheiro"

O valerioduto tucano foi um esquema de financiamento irregular—com recursos públicos e doações privadas ilegais—à campanha à reeleição em 1998 então governador mineiro e atual senador Eduardo Azeredo (PSDB), montado pelo empresário Marcos Valério

Novas apurações devem envolver, entre outras, cinco pessoas ligadas à Cemig (estatal de energia mineira), quatro à Comig (estatal de infra-estrutura mineira, atual Codemig), uma à Copasa (estatal de saneamento mineira) e dois à gráfica Graffar, que teriam desviado recursos da Cemig para a campanha de Azeredo.

Em denúncia apresentada dia 20 de novembro de 2007 ao Supremo Tribunal Federal, o Procurador Geral da República denunciou que o esquema criminoso, que veio a ser chamado pela imprensa de "mensalão tucano", foi "a origem e o laboratório" do episódio que ficou conhecido como Mensalão.

Vários delitos graves foram comprovados, sendo que parte deles integra a presente imputação, enquanto os demais deverão ser apreciados nas instâncias adequadas."

"Além disso, inúmeras provas residentes nestes autos reforçam o já robusto quadro probatório que amparou a denúncia apresentada no bojo do Inquérito n.o 2245 (Mensalão)."
"A inicial penal em exame limitar-se-á a descrever os delitos que tiveram o comprovado envolvimento do Senador da República Eduardo Azeredo e do Ministro de Estado Walfrido dos Mares Guia, bem como os crimes intimamente a eles vinculados." [1]

Antonio Fernando denunciou 15 políticos por peculato e lavagem de dinheiro e afirmou que o esquema montado pelo publicitário Marcos Valério Fernandes de Souza para injetar dinheiro público na campanha do tucano Eduardo Azeredo (PSDB-MG) foi "o laboratório" do mensalão nacional - cuja denúncia foi aceita pelo STF, em quase sua totalidade, em agosto de 2007. As investigações atingem o secretário do governador mineiro tucano Aécio Neves, pré-candidato do PSDB à presidência da república em 2010.

Segundo a denúncia do Procurador Geral da República, ficou claro que o modus operandi dos fatos criminosos apurados nos processo do mensalão teve a sua origem no período da campanha de Eduardo Azeredo (PSDB-MG) para Governador do Estado de Minas Gerais no ano de 1998".

Em 3 de novembro de 2009, Azerevo começou ser julgado no Supremo Tribunal Federal. Em 3 de dezembro de 2009, por cinco votos contra três, o plenário do Supremo Tribunal Federal decidiu abrir ação penal contra o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e torná-lo réu por envolvimento em um esquema de caixa dois durante sua campanha para reeleição ao governo de Minas Gerais, em 1998, que ficou conhecido como mensalão mineiro.

 

O braço privado do mensalão mineiro:

De acordo com a polícia, seis empreiteiras doaram R$ 8,2 milhões para a campanha de Azeredo sem declarar essas doações à Justiça Eleitoral, o que é obrigatório por lei. O jornal Folha de S. Paulo revelou que essas seis empresas receberam R$ 296 milhões em pagamentos por obras na gestão de Eduardo Azeredo. A apuração da existência de um eventual "braço privado" do valerioduto tucano pode aumentar ainda mais o rol de denunciados.

O que dizem os acusados:

O senador Eduardo Azeredo, em sua página oficial na internet, afirma que não houve mensalão em Minas Gerais e que as questões financeiras da campanha eleitoral de 1998 não eram de sua responsabilidade e nem delas possuia conhecimento.

Notificação dos acusados:

O ministro do STF Joaquim Barbosa determinou no dia 19 de dezembro de 2007 a notificação das 15 pessoas que são alvo da denúncia criminal do valerioduto mineiro para que elas apresentem sua defesa prévia.

Os acusados terão 15 dias para prestarem explicações sobre a prática de peculato e lavagem de dinheiro.

Entre os denunciados estão Eduardo Azeredo (PSDB) e Walfrido dos Mares Guia (PTB), que pediu demissão quando a denúncia foi divulgada pelo procurador-geral da República.

Acatamento do Supremo Tribunal Federal:

Deliberando acerca do requerido pelo Ministério Público Federal contra o senador Eduardo Azeredo, o Supremo Tribunal Federal decidiu aceitar a denúncia criminal proposta contra o senador, por cinco votos a três. A corrente que se sagrou vitoriosa no Supremo foi integrada por Ricardo Lewandowski, Cezar Peluso, Carlos Ayres Britto e Marco Aurélio, que acompanharam o voto do relator Joaquim Barbosa, tornando Eduardo Azeredo réu pelos crimes de peculato (roubo de dinheiro público) e lavagem de dinheiro.

…há provas documentais, provas testemunhais, perícias, evidências de que tudo se passou. Caixa dois é um modelo mais do que espúrio. É um modelo maldito de financiamento de campanha em nosso País
Ministro Carlos Ayres Britto

Em nota ofical à imprensa, o PSDB citou:

A bancada do PSDB no Senado acata a decisão da mais alta Corte do país, porém reafirma sua plena confiança na honradez e na lisura desse companheiro.
Senador Arthur Virgílio – Líder do PSDB


Escrito por thallysjohnatan às 13h11
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